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Passajar

Festival TODOS’17

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Reinaldo Rodrigues/Global Images

A convite da coreógrafa Madalena Victorino, Festival TODOS’17, os criadores Maria Ramos, Margarida Gonçalves, Estêvão Antunes e Júnior construíram a performance Passajar com um grupo de onze pessoas refugiadas em Lisboa. A jornalista Maria João Guardão conta como foi aqui.

At the invitation of choreographer Madalena Victorino, Festival TODOS’17, artists Maria Ramos, Margarida Gonçalves, Estêvão Antunes and Júnior, created the performance Passajar with a group of eleven refugees based in Lisbon. Journalist Maria João Guardão tells the story here.


 

Árida

 

Criação Maria Ramos / New work

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Video Still Nuno Beira / Árida

 

Próximos espectáculos terão lugar no contexto do Festival Entrelaçados / Teatro Municipal de Portimão – TEMPO, as datas serão anunciadas brevemente. Entretanto, no contexto do Festival DDD – Dias da Dança 2017, Hugo Monteiro, professor de Filosofia e Investigador, escreveu um texto sobre Árida que pode ser lido aqui.

 

Next performances will take place at Festival Entrelaçados / Teatro Municipal de Portimão – TEMPO, dates will be announced soon. In the meantime, during Festival DDD – Dias da Dança 2017, Hugo Monteiro, Philosopher and Researcher, wrote a text about Árida that can be read here.


Entrevista / Interview 

Coffeepaste

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Davide Costa & Maria Ramos / 7pm Rumour

Já trabalhaste a partir do trabalho do escultor Antony Gormley. O que te fascina na sua obra?

Coreografar é um terreno de pura invenção, não há regras específicas que tenhamos que cumprir, parece-me, é uma forma de arte cativante por isso. E pode-se coreografar mesmo quando não há pessoas. Acho interessante partir para um trabalho coreográfico com um certo grau de desprendimento do corpo, afinal o corpo não é a essência da coreografia, talvez a relação espacial entre os corpos seja. O Antony Gormley coloca o corpo, assim, em frente e dentro do mar a erodir e exposto ao tempo. Ou no alto de uma montanha, a contemplar. Ou com um buraco no tórax para o ar passar. Acho interessante este escultor expor o corpo aos elementos naturais. Acho interessante o buraco no tórax por onde o ar passa. E o facto de muito do seu processo de construção para fazer uma escultura passar pelo seu próprio corpo. O espaço que o seu corpo ocupou está agora desocupado e é espaço dentro das esculturas.

Coffeepaste


Haute Lumière

Maria Ramos & Vinny Jones

You know there are three dancers standing in the dark space, but what you see are just three torsos, illuminated by light bulbs at hip height getting sharper and sharper. The torsos start making angular movements, the arms sometimes turn out like claws. In the end, each dancer swings the light cable like a pendulum and light stripes shoot out through space. Applause starts, the rehearsal in the studio of the ArtEZ, in Arnhem, has ended. Choreographer Maria Ramos and light designer Vinny Jones will première the piece in a week and are busy discussing the details of the work. In Nerves Like Nylon, the lighting plays a central role. Not only does the sophisticated design determines the mysterious atmosphere, but it also makes dancers look like classical sculptures. The light has a substantive function in the piece. ‘Light does not only color a performance, it must be part of its dramaturgy’. Anneke Stoffelen, deVolkskrant, April 2008

Free translation.

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